segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

AMANDO SEU TRABALHO!

Alguns de nós somos afortunados e temos trabalhos que realmente apreciamos. Porém, de acordo com pesquisas, a grande maioria de homens e mulheres no mundo profissional e empresarial não gosta e até mesmo odeia o trabalho que faz. Na melhor das hipóteses, eles toleram o que têm que fazer todos os dias para ganhar a vida. Você é um deles?

Você gostaria de dizer com sinceridade, “Amo o meu trabalho”? Como seria começar o dia com a expectativa boa de encontrar oportunidades e desafios no seu ambiente de trabalho e não com medo e ansiedade? “Bom, vou ter que mudar de emprego”, diriam muitos, talvez. Mas recentemente ouvi uma história intrigante que parece indicar que não precisa ser necessária uma mudança de emprego para se ter um trabalho que amamos.

Em uma reunião do Grupo de Apoio a Câncer que compareci (minha esposa é uma sobrevivente de câncer), uma mulher estava contando sobre uma pessoa inspiradora que conheceu quando fazia o tratamento. Ele era manobrista do estacionamento do hospital.

“Aquela mulher era surpreendente”, ela disse. “Ela amava o seu trabalho e amava a cada paciente, que chegava todos os dias para consultas. Nunca deixou de exibir um grande sorriso e tinha uma palavra de ânimo para cada um de nós. Ela me deixou impressionada. Ela estava lá todos os dias, no calor mais abrasador ou frio congelante, concentrada em cumprimentar cada paciente e fazer que seu dia fosse um pouco mais luminoso”.

Como administradora de uma fundação, a mulher que contava essa história pensou consigo mesma: “Este é o tipo de pessoa que precisamos contratar como recepcionista”. E ela ofereceu emprego para a manobrista que, com seu sorriso habitual, educadamente recusou. Ela explicou que não poderia deixar seu emprego, não porque fosse bem remunerada, mas porque em sentido bem real, se tornara seu “emprego dos sonhos”. Ela buscava cada dia pela oportunidade de oferecer uma palavra gentil, dar a alguém o sorriso que necessitava ou fazer brilhar a luz da esperança para quem precisasse desesperadamente dela. Numa palavra, ela via seu emprego como sacerdócio.

E se nós adotássemos a mesma atitude, vendo nossos empregos como sacerdócio – oportunidade para servir e auxiliar outras pessoas e não apenas como fonte de recursos ou forma de preencher o tempo entre os finais de semana? Mas como fazer isso, especialmente se nossas circunstâncias estão longe de ser as ideais? Considere os seguintes conselhos da Bíblia:

Mantenha o foco no que é positivo. Certamente existiam aspectos no trabalho daquela manobrista que não eram perfeitos e ela poderia mudar se quisesse. Mas ao invés disso ela se concentrou nas outras pessoas. “Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas” (Filipenses 4.8).

Lembre-se de Quem você realmente serve. Precisamos ver nosso trabalho como parte de algo maior. Séculos atrás, observando um pedreiro, alguém lhe perguntou se ele não ficava cansado do seu trabalho. “Não”, respondeu o pedreiro, “porque estou construindo uma catedral”. “Escravos, obedeçam em tudo a seus senhores terrenos... Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor... É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo” (Colossenses 3.22-24).

Por Robert J. Tamasy

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

6 DIAS DE BATALHA, 6 MESES DE VITÓRIA

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O LÍDER-SERVO

Pode ser surpresa saber que, a despeito dos elogios que ouvimos ao estilo de liderança “bottom-up” (de baixo para cima), praticado por diversas organizações de sucesso nos anos 80, a estratégia tradicional de gestão corporativa permanece a mesma.

Gurus em administração e liderança fizeram críticas devastadoras ao sistema de gestão hierárquico “top-down” (de cima para baixo) que dominou as corporações desde a década de 50; contudo, pouco mudou. Parece que as práticas do passado, de manipulação de processos com o fim de alcançar objetivos de custos e lucros, ditadas pelas políticas de comando e controle de informações “top-down”, devem ser substituídas pela autorização “bottom-up”.

Por que demorou tanto para nos conscientizarmos que pessoas são mais importantes que números? Que se tratarmos nossos empregados e clientes da mesma forma que gostaríamos de ser tratados, a disposição e a produção aumentam e empresas decolam? Que o maior bem, juntamente com informações precisas e diretas sobre as necessidades de nossa empresa e clientes, são os colaboradores que conhecem mais de perto a atividade?

Sendo assim, surpreende saber que a palavra liderança é mencionada apenas seis vezes na Bíblia, ao passo que servo é mencionada 46 vezes somente no livro de Gênesis? A palavra “servo” no Antigo Testamento e “ministro” no Novo (que é como CEOs, proprietários e administradores que seguem a Jesus Cristo deveriam pensar sobre si mesmos) são muito semelhantes à ideia de um “remador inferior”. Em séculos passados, para evitar a morte pelo calor, os tetos das embarcações eram feitos de grades metálicas, onde ficavam os remadores das fileiras superior e intermediária. Não podendo deixar suas posições, os remadores do piso inferior recebiam a maior parte do "esgoto" sobre a cabeça.

Esta não é uma imagem atraente, mas reflete a humildade e abnegação de um verdadeiro servo. Os que servem ao Deus Altíssimo, como disse Jesus, compreendem que não estão em suas organizações para serem servidos, mas para servir, não importa o que de indesejável possa surgir em seu caminho. Ironicamente, essa qualidade forma líderes nos quais os empregados confiam e seguem sempre. Aqui estão alguns pensamentos que a Bíblia oferece sobre servir e liderar:

Servir precede a grandeza. “...Qualquer que, dentre vós, quiser ser grande, será vosso serviçal. E qualquer que, dentre vós, quiser ser o primeiro será servo de todos” (Marcos 10.43-44).

Liderar requer colocar os outros em primeiro lugar. “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros” (Romanos 12.10). “Ninguém deve buscar os seus próprios interesses e sim os interesses dos outros” (I Coríntios 10.24).

Humildade é a qualidade primeira do líder. “Entre vocês, o mais importante é aquele que serve os outros. Quem se engrandece será humilhado, mas quem se humilha será engrandecido” (Mateus 23.11-12). “Melhor é ter espírito humilde entre os oprimidos do que partilhar despojos com os orgulhosos” (Provérbios 16.19).

Bons líderes reconhecem os dons e habilidades seus e dos outros. “Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada... Se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo...” (Romanos 12.6-8).

Por Randal Walti

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

CONSELHOS AO PRESUNÇOSO

Um estudo mencionado no prestigiado periódico econômico Wall Street Journal, descobriu que pessoas que detêm posições de autoridade como administradores, tendem a desconsiderar o conselho de outras pessoas quando tomam decisões. A pesquisa também mostrou, embora não seja de surpreender, que os julgamentos finais desses líderes eram geralmente menos exatos do que seriam, caso tivessem levado em consideração os conselhos que tinham à disposição.

O motivo da relutância em aceitar conselhos, de acordo com os autores desse estudo, era a confiança excessiva no próprio julgamento – uma característica geralmente conhecida como presunção. “Ninguém é tão inteligente quanto eu”, eles acreditam. Alguns empresários e profissionais com papéis de liderança relutam em pedir ajuda ou conselho a outros, temendo ser vistos como “fracos” ou inadequados para cumprir com as responsabilidades que lhes foram designadas. Eles acham que precisam estar no controle. Você já conheceu pessoas assim?

O interessante é ressaltar que esse estudo também descobriu que as mulheres são mais propensas a ouvir conselhos do que os homens. Parece que os homens, ao escalarem a escada corporativa e adquirirem mais poder, crescem em presunção e autoconfiança. Confiança é boa – todos necessitamos ir em busca de nossos objetivos e responsabilidades de forma eficiente. Entretanto, excesso de confiança geralmente resulta em desastrosa arrogância e até mesmo temeridade.

Talvez as mulheres intuitivamente saibam que os homens são mais inclinados a esquecer que é sábio dar ouvidos a conselhos. Não precisamos ser intuitivos para compreender a necessidade de consultar outras pessoas em busca de conselho e sabedoria para tomar decisões importantes. A Bíblia afirma isso repetidas vezes. Eis alguns exemplos:

O perigo de “mergulhar de cabeça”. “Eu já decidi. Não venha me confundir com os fatos!” Ás vezes é esta a abordagem que adotamos na tomada de decisões, determinados a fazer o que queremos e do modo como queremos, embora empregados, colegas de trabalho e parceiros nos aconselhem de forma diversa. Provérbios 12.15 descreve este cenário: “O tolo pensa que sempre está certo, mas os sábios aceitam conselhos”.

O problema de agir isoladamente. O orgulho é um problema com que todos nós lutamos de uma forma ou outra. Geralmente é o orgulho que insiste em nos fazer crer que não precisamos do suporte ou assistência dos demais. Infelizmente isso pode resultar em fracasso e mesmo desastre. Por isso Eclesiastes 4.10-11 faz esta observação: “Se uma delas [pessoas] cai, a outra a ajuda a se levantar. Mas, se alguém está sozinho e cai, fica em má situação porque não tem ninguém que o ajude. Se faz frio, dois podem dormir juntos e se esquentar; mas um sozinho, como é que vai se esquentar?”

A recompensa de confiar em outros. Quando pedirmos conselho a outros, nem sempre ouviremos o que desejamos ouvir. Porém, perspectivas diferentes, bem como o fato de ouvirmos soluções alternativas para o problema que temos que solucionar, podem produzir melhores resultados. “O país que não tem um bom governo cairá; com muitos conselheiros, há segurança” (Provérbios 11.14). “Sem conselhos os planos fracassam, mas com muitos conselheiros há sucesso” (Provérbios 15.22).

O poder de uma missão compartilhada. Há força na quantidade, nos lembra o ditado, e verdadeiramente é valioso trabalhar com outras pessoas, compartilhando talentos e experiências para um propósito comum. “Pensemos uns nos outros a fim de ajudarmos todos a terem maior amor e a fazerem o bem. Não abandonemos, como alguns estão fazendo... as nossas reuniões. Pelo contrário, animemos uns aos outros...” (Hebreus

Por Rick Boxx

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

NOSSOS VOTOS!!!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

LUZ NO AMBIENTE DE TRABALHO

Nesta época do ano o local de trabalho exibe luzes festivas e cintilantes, símbolos das festas de final de ano. Luzes coloridas em árvores de natal; luzes brancas adornando casas, lojas e escritórios; velas expostas em janelas e nas mesas. Para algumas pessoas a época é um “festival de luzes”, que representam meramente uma tradição. Como nesta época as noites são mais longas que os dias no hemisfério norte, as luzes iluminam os dias frios e melancólicos.

Para os seguidores de Jesus Cristo luzes remetem à história do primeiro natal, especialmente a “estrela do oriente”, que sábios conhecidos como “magos”, seguiram até chegar para adorar o Deus-menino (Mateus 2.1-2). Para os que professam crer em Jesus, a luz representa mais que a estrela da natividade. Mateus 4.16, repete a profecia de Isaías 9.2: “O povo que andava na escuridão viu uma forte luz; a luz brilhou sobre os que viviam nas trevas”. Estas passagens referem-se a Jesus como “Luz”, que declarou: “Eu sou a luz do mundo; quem Me segue nunca andará na escuridão, mas terá a luz da vida” (João 8.12).

Mas qual é a importância dessa “Luz” para os que exercem suas carreiras no dia a dia do ambiente de trabalho? Eis alguns princípios extraídos da Bíblia:

A luz de Cristo promete vida. Muitas pessoas escolhem carreiras no mercado empresarial e profissional a fim de satisfazer seus desejos e necessidades materiais. Mas com demasiada frequência se vêem envolvidos numa “corrida para o topo”, uma rotina implacável que os leva em ritmo frenético para lugar nenhum. Ao invés de “ganhar a vida”, eles precisam concentrar-se em simplesmente sobreviver. Jesus prometeu dar a Seus seguidores propósito e significância, e satisfazer suas necessidades diárias. “Nele estava a vida, e esta era a luz dos homens” (João 1.4). “Respondeu Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por Mim” (João 14.6).

A luz de Cristo liberta das trevas. O ambiente de trabalho está crescentemente sombrio. Aflições econômicas obscureceram as esperanças. Prazos e demandas desafiam convicções e valores. Líderes que antes admirados têm revelado o lado sombrio de seu caráter. Jesus prometeu luz que nos guia através de sombras profundas.“E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam... Ali estava a luz verdadeira que alumia todo homem que vem ao mundo” (João 1.5,9).

A luz de Cristo oferece direção. “O que devo fazer?” “Para onde devo ir?” “Como posso passar por isto?” Estas e muitas outras perguntas nos consomem. Todos nós precisamos de direção e orientação. Jesus assegura a Seus seguidores que quando olharem para Ele, Ele mostrará o caminho e proporcionará a sabedoria que necessitam. “A Tua palavra é lâmpada para guiar os meus passos, é luz que ilumina o meu caminho” (Salmos 119.105).

Ao celebrar o Natal, você está decidido a “andar na luz, como Ele está na luz” (1João 1.7)?

Por Robert J. Tamasy

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

MORREU CESÁRIA EVORA - CIZE

Morreu aquela que fez o nome de Cabo Verde se Reconhecida Mundialmente. Foi nuticia nas maiores TVs e Jornais do Mundo: CBS News (EUA); BBC (Inglaterra); El Mundo (Espanha); Vancouver Sun (Canadá); Rádio Voz da Rússia; Le Monde (França); Etc...

Por exemplo, duas horas depois da morte dela, a TV Globo, a quarta tv do ranking mundial, dava a noticia.
http://www.youtube.com/watch?v=RhwmyfFpmLs

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

SERÁ ISTO A REALIDADE DA IGREJA!!!?

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

PORQUE FRACASSAM AS SOCIEDADES?

Fui muito afortunado por ter sido sócio de três amigos – Shan Burke, Don Smith e Ron Young - em empreendimentos bem-sucedidos. Entretanto, estatisticamente apenas uma de cada 35 sociedades é bem-sucedida. As restantes fracassam. Sendo assim, com base nesse dado desanimador seria sábio evitar fazer sociedades. A pergunta é: por que as sociedades geralmente fracassam? Penso que há uma razão bem simples: porque questões corretas não são abordadas desde o início, antes da assinatura do contrato social e dos apertos de mãos. Vejamos alguns princípios e palavras de cautela a considerar antes de se assumir o risco de entrar em uma sociedade:

Não se ponha em “jugo desigual”. A Bíblia faz este alerta: “Não se ponham em jugo desigual com descrentes. Pois o que têm em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas” (2Coríntios 6.14). Do mesmo modo que você não “atrelaria” um cavalo e um boi juntos, os seguidores de Jesus Cristo não deveriam ligar-se àqueles que ainda O seguem. Mesmo que ambas as partes professem ser cristãs, isso não assegura uma combinação igual. Um pônei e um garanhão, por exemplo, são ambos cavalos, mas têm tamanhos e temperamentos diferentes. Mesmo compartilhando algumas similaridades, ainda assim são “desiguais”.

Qual o propósito da sociedade? Cada parte deveria escrever suas expectativas e objetivos para a sociedade. As listas não precisam ser idênticas, mas devem ser compatíveis. Como por exemplo: o que será feito quando tiver lucro? E quando houver prejuízo? Os objetivos podem ser alcançados sem entrar numa sociedade formal, legalmente constituída?

Quem é a autoridade final? Quando decisões cruciais precisarem ser tomadas, quem será a autoridade definitiva? Você estaria disposto a submeter-se à autoridade de outra pessoa?

Qual é o perfil de personalidade de cada sócio? Vocês podem ser ótimos amigos, gostar de trabalhar juntos e compartilhar valores em comum, mas se suas personalidades e estilo de trabalho forem muito diferentes, os conflitos serão inevitáveis.

Vocês concordam quanto a princípios? Se houver discordância na sociedade quanto as operações de curto prazo ou objetivos de longo prazo, qual será o mecanismo para resolvê-la? Ambos estariam dispostos a usar a Bíblia e seus princípios sobre negócios para resolver conflitos?

Coloque TODOS os detalhes por escrito. Existe um ditado que diz: “Um pequeno lápis é melhor do que uma grande memória”. Torne isso tão claro que, se necessário, ambos sejam capazes de facilmente completar os detalhes. Inclua o que aconteceria na eventualidade de um divórcio, incapacitação, desinteresse, morte, dívidas ou desonestidade.

Faça SEMPRE um acordo de compra e venda. Este deveria ser um acordo que qualquer parte poderia desencadear, a qualquer momento, sem disputas. Se a sociedade não funcionar, terminá-la não deverá ser a causa de problemas desnecessários.

Envolva seu cônjuge. Por ser controlador, viciado em correr riscos, geralmente não envolvia minha esposa nas decisões de negócios. Eu tinha experiência, um MBA e pensava. Liz era apenas uma professora primária. Mas cometi erros tolos até aprender que, em todas as fases da vida, eu estava envolvido em sociedade – com Deus, como “sócio gerente”, e com minha esposa, como “sócia igualitária”. Aceitei que ela tivesse o “poder de veto” sobre minhas decisões de negócios. A princípio, temia que jamais fizesse outro bom negócio novamente, porque até Liz entender o que se tratava, todos os bons negócios já teriam ido embora. Mas aos poucos fui entendendo que Deus a dotou com um “radar intuitivo” que eu não tenho. Dessa forma, evitamos MUITOS maus negócios e desfrutamos de uma vida sob medida.

Por Ken Korkow