quinta-feira, 3 de maio de 2012

PASTOR SILAS MALAFAIA DERROTA ATIVISTAS GAYS

Pastor Silas Malafaia derrota ativistas gays na Justiça Federal. O processo movido contra o pastor exigia que ele fizesse uma retratação e que a União passasse a fiscalizar o programa Vitória em Cristo.

Segundo Reinaldo Azevedo, colunista da Revista Veja, em artigo de 1º de Maio de 2012, o juiz federal Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível de São Paulo, extinguiu a ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal contra Malafaia e contra a TV Bandeirantes e também contra a União.

Com propriedade, o colunista considerou a decisão do magistrado como uma vitória da liberdade de expressão, uma aula em defesa da liberdade de expressão, uma decisão primorosa digna de aplauso. Azevedo também considerou que neste caso Malafaia e os cristãos foram vítimas de bullying organizado, que Malafaia é vítima de preconceito dos ativistas gays.
No programa de televisão, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo fez críticas contundentes aos organizadores da Parada Gay por ter levado à Avenida Paulista modelos caracterizados como santos católicos em situações homoeróticas.

Na ocasião, Malafaia incentivou a liderança brasileira da Igreja Católica a recorrer à Justiça queixando de preconceito religioso. Afirmou: “É para a Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, sabe? Baixar o porrete em cima pra esses caras aprender. É uma vergonha!” A frase foi interpretada por uma ONG do ativismo gay como indução à violência física contra homossexuais.

O processo foi considerado pelo juiz como uma tentativa de volta à censura.
E.A.G

quarta-feira, 2 de maio de 2012

ADMINISTRANDO CRISES


Conta-se a história engraçada de uma mulher que ganhou uma fortuna na loteria. Recebida a boa notícia ela ligou para casa e falou com o namorado: “Acabei de ganhar na loteria! Pode começar a fazer as malas!” O namorado respondeu: “Isso é fantástico! Devo fazer as malas com roupas para clima frio ou quente?” Ela respondeu sem nenhuma emoção: “Tanto faz, contanto que você já esteja longe quando eu voltar!” O homem entrou em crise!
É assim que muitas crises acontecem, de forma inesperada, encontrando-nos completamente despreparados para lidar com elas. Gostemos ou não, crises inesperadas fazem parte da vida. Neste exato momento você se encontra em uma destas três fases: ou você acabou de sair de uma crise, ou a está vivendo agora ou está indo de encontro a uma. 
Há uma história fascinante sobre o naufrágio de um navio na Bíblia (Atos 27), da qual podemos extrair  percepções sobre a administração de crises e que podem ser aplicadas ao mundo dos negócios: 
Determine a razão. Pergunte a si mesmo: “Qual é realmente a razão por trás da crise?” A causa é geralmente mais profunda do que aquilo que surge na superfície. No caso do naufrágio relatado pelo apóstolo Paulo no livro de Atos são citadas três razões: (1) Eles deram ouvidos a conselhos errados; (2) Seguiram a opinião popular, e (3) Confiaram nas circunstâncias e não no que sabiam ser a coisa certa a ser feita. Se você está encontrando dificuldade para descobrir a razão de sua crise, tente orar a respeito. O rei Davi escreveu:  “Quando tentei entender tudo isso, achei muito difícil para mim, até que entrei no santuário de Deus...” (Salmo 73.16-17). 
Determine o resultado. Pergunte a si mesmo: “O que posso aprender com isso?” Toda crise é uma oportunidade para ampliar nossa perspectiva, aprimorar nossas habilidades e desenvolver nosso caráter.
Determine sua resposta. Pergunte-se: “Qual a melhor maneira de reagir a isto?” A despeito do que você possa fazer, sua resposta deveria incluir três elementos:
1.    Confronte o problema. Você raramente resolve um problema ignorando-o. Provavelmente não será fácil, mas Deus estará presente se você pedir que Ele lhe dê forças.
2.    Confesse sua parte (se for o caso). Se você provocou a crise que lhe sobreveio, admita-o e peça perdão. Não apresente desculpas e não culpe os outros. Aceitar a responsabilidade é a marca da genuína liderança e maturidade emocional.
3.    Reivindique a promessa. Você sabia que a Bíblia contém mais de 7.000 promessas de Deus para ajudá-lo? Elas são como cheques em branco esperando para serem preenchidos. O que você está esperando? Se você não conhece a Bíblia muito bem,  peça a um amigo que a conheça para ajudá-lo a encontrar a promessa que se aplica à sua situação.
Deus faz uma de Suas promessas em Filipenses 4.6-7, onde Ele nos diz: “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus”.   

segunda-feira, 16 de abril de 2012

INICIATIVA E TRABALHO DURO

Se como se costuma dizer “a variedade é o tempero da vida”, posso descrever minha vida como bastante “temperada”. Um final de semana recente fornece bom exemplo disso: na tarde de sábado fotografei os membros de um escritório de advocacia; dali fui ao centro de convenções fotografar trabalhos que eu tinha ajudado a projetar; ao chegar em casa, reuni meus instrumentos e equipamentos e saí para tocar com minha banda, a Sky Blue, num conhecido café.

Na manhã seguinte minha igreja estava celebrando seu 50º aniversário. Cantei com o coral e tirei fotos. Depois compareci a uma apresentação de jazz promovida pela Heartland Steel Guitar Association, de que sou membro fundador e administrador. À tarde minha esposa e eu fomos a um concerto no Kauffman Center, onde trabalhamos como voluntários.

Não faz muito tempo um amigo pediu meu conselho para encontrar um trabalho melhor. Francamente acho que não pude ajudá-lo muito porque nunca tive que procurar trabalho e não sei como fazê-lo. Sempre fiz o que gostava fazer, operando a partir do princípio de que se você é bom o bastante em alguma coisa, alguém vai pagar para que você faça isso. Caso contrário, você pode fazê-lo pelo simples prazer de curtir o que faz.

Atualmente vivo de fotografia. Da forma como vejo, se não estiver ganhando o suficiente, é porque minhas fotos não são suficientemente boas ou então, não as estou mostrando para muitas pessoas. Por isso gasto a maior parte do meu tempo aprendendo a ser um fotógrafo melhor e mostrando minhas fotos.

Também ganho dinheiro como músico e vendendo os livros que escrevi. Em ambos os casos, para um desempenho melhor, preciso me aperfeiçoar, aprender a tocar melhor, escrever melhores canções e melhorar como escritor.

Lucas 16.10-12 oferece um princípio básico para os negócios: “Quem é fiel nas coisas pequenas também será nas grandes; e quem é desonesto nas coisas pequenas também será nas grandes. Pois, se vocês não forem honestos com as riquezas deste mundo, quem vai pôr vocês para tomar conta das riquezas verdadeiras? E, se não forem honestos com o que é dos outros, quem lhes dará o que é de vocês?” Em outras palavras, se você fizer o melhor com o que tem, terá a oportunidade de fazer mais.

Experimentei uma vivência prática desse princípio há alguns anos. Queria um bom carro, mas não podia pagar por ele; por isso comprei o que cabia no meu orçamento. Em lugar de tratá-lo com descaso, cuidei dele como se fosse um ótimo carro. Eu o lavava e encerava todas as semanas. Comprei um livro sobre acessórios para carros e fiz o que pude para melhorar sua aparência. Certo dia um vendedor de carros me parou dizendo que me vira dirigindo o carro pela cidade e queria saber se estava à venda. Concordei em vendê-lo e, com o lucro que obtive, comprei o “bom carro” que sempre desejara. Tratar bem o meu velho carro valeu a pena e possibilitou a compra de um carro melhor.

Esse princípio – ser fiel com o que você tem em mãos, para provar que é digno de que lhe confiem responsabilidade maior – se mostra verdadeiro em todas as áreas da vida.

Meu conselho para o meu amigo que procurava emprego melhor foi bem simples: se eu quero um emprego melhor, devo fazer melhor o trabalho que tenho em mãos hoje. Isso é tudo o que sei.

Por Jim Mathis

segunda-feira, 2 de abril de 2012

UM DÓLAR DE LUCRO

A empresa de meu amigo Larry pertence a um ramo de negócio que foi devastado pelo turbilhão econômico dos últimos anos. No início de dezembro de 2009 projetava uma prejuízo de US$ 40,000 no ano.

Frustrado e exausto, Larry reuniu sua equipe administrativa, sugerindo que dedicassem algum tempo à oração. Como todos na equipe partilhavam da mesma fé, eles concordaram. Já haviam feito tudo o que sabiam, mas os resultados ficaram muito abaixo de suas otimistas expectativas. Agora era o momento de se voltarem para Deus pedindo sabedoria e provisão.

Larry não orou a Deus de forma elaborada, com ares de santidade. Com simplicidade e sinceridade ele pediu: “Senhor, um dólar, o Senhor pode nos dar pelo menos US$ 1.00 de lucro este ano? Nós precisamos da Sua ajuda”. Um mês mais tarde, Larry e sua equipe ficaram maravilhados ao reconhecer a provisão de Deus. Ao realizar o balanço do mês, o resultado apresentava US$ 21,000 de lucro, muito além do US$ 1.00 que Larry humildemente suplicara. E isso aconteceu de maneira que somente Deus poderia fazer.

Qual foi a última vez que você orou especificamente pelas necessidades de sua empresa ou do seu trabalho? Com frequência utilizamos a oração como o último recurso, como alternativa quando “tudo o mais falhou”. E Deus responde nessas ocasiões, como já experimentei pessoalmente e tenho observado acontecer na vida de empresários e profissionais que conheço. Mas não temos que esperar até que a situação fique medonha para orar.

No Salmo 145.6-7, Davi, rei de Israel, proclamou a respeito de Deus: “Falarão dos Teus atos poderosos, e eu anunciarei a Tua grandeza. Falarão da Tua imensa bondade e cantarão com alegria a respeito da Tua fidelidade”.

Em outra parte do Antigo Testamento, Deus faz a promessa na qual Ele quer que Seus seguidores confiem, tanto pessoal quanto profissionalmente: “Se você Me chamar, Eu responderei e lhe contarei coisas misteriosas e maravilhosas que você não conhece” (Jeremias 33.3). E no Novo Testamento, como que para assegurar que Ele não mudou ao longo dos séculos, nos é dito que Ele “...Pode fazer muito mais do que nós pedimos ou até pensamos!” (Efésios 3.20).

Quando Larry e sua equipe se renderam naquele dia, o fizeram com fé simples e confiante, não tendo a menor ideia de que forma Deus responderia às suas orações. Larry tem proclamado a bondade de Deus desde então.

Quando líderes empresariais esboçam planos e estratégias, pensam em termos de recursos – pessoal, equipamento, treinamento, capital, base de clientes, linhas de crédito – mas raramente consideram o maior de todos os recursos: a bondade, fidelidade, amor, graça e misericórdia de Deus. Deus anseia Se tornar parte integrante do que fazemos diariamente no mercado de trabalho.

Como Larry e sua equipe descobriram, Deus realmente está presente. Ele ouve nossas orações e quer demonstrar exatamente o que pode fazer, especialmente quando já se esgotaram todos os demais recursos. Com que necessidades, problemas ou questões você está lidando hoje e que precisam ser apresentados a Deus em oração?

Por Rick Boxx

segunda-feira, 26 de março de 2012

SEMINÁRIO DE CURA E LIBERTAÇÃO

LIDANDO COM A TIRANIA DO TEMOR


Discutimos o fato de que existe o bom temor, como o temor a Deus, o temor que nos impede de saltar de um rochedo e o temor que nos faz buscar abrigo durante uma tempestade com raios. E existe o mau temor, que pode ter efeitos muito adversos em nós e na forma como vivemos na esfera pessoal quanto profissional.

O mau temor pode alterar ou postergar decisões e impedir nossas ações. Pode estorvar nossa habilidade de liderar com coragem e determinação e causar estresse desnecessário. Pode nos paralisar mental e emocionalmente. Creio ser por essa razão que a Bíblia nos diz repetidas vezes, “Não temas”. Alguns exemplos do impacto negativo do temor sobre nós:

O temor substitui a fé.

O temor pode destruir sonhos.

O temos pode roubar nossa alegria e bênçãos.

O temor pode frustrar vitórias.

O temor pode roubar recordações.

O temor pode nos levar a hesitar por causa da incredulidade.

Como parte de nossa discussão, membros de nosso grupo citaram versículos que descobriram ser úteis e lhes proporcionaram conforto quando se sentiram temerosos. Romanos 12.2 nos diz: “...Transformem-se pela renovação de sua mente”. Disse a eles que quando estamos vivendo em temor, uma forma de renovar nossa mente é meditar nas Escrituras. Eis aqui alguns dos versículos que foram mencionados:

Experimentando o descanso de Deus: “A minha alma descansa somente em Deus; Dele vem a minha salvação. Somente Ele é a rocha que me salva; Ele é a minha torre segura! Jamais serei abalado! (Salmos 62.1-2).

Confiando no plano de Deus: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que O amam, dos que foram chamados de acordo com o Seu propósito” (Romanos 8.28).

Confiando na direção de Deus: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos e Ele endireitará as suas veredas” (Provérbios 3.5-6).

Assegurando-se da provisão de Deus: "Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua justiça, e todas as coisas lhes serão acrescentadas” (Mateus 6.33).

Confiando na força de Deus: “Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; Eu o segurarei com a Minha mão direita vitoriosa... Pois Eu sou o Senhor, o seu Deus, que o segura pela mão direita e lhe diz: Não tema; Eu o ajudarei” (Isaías 41.10,13).

Libertando-se da ansiedade: “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus” (Filipenses 4.6-7).

Enfrentando com coragem a adversidade: “...Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar” (Josué 1.9).

Por Jim Lange

sexta-feira, 16 de março de 2012

MANTENEDORES DO MEU MINISTÉRIO E FAMÍLIA

segunda-feira, 12 de março de 2012

POBRE COM DINHEIRO NO BANCO

Há alguns anos estávamos tão “apertados” financeiramente que não tínhamos dinheiro para comprar um pinheirinho de natal, quanto mais presentes para colocar nele. Nossos filhos ficaram tristes. Minha esposa Liz ficou triste e eu também.

Foi então que após o primeiro dia do ano, descobri que surpreendentemente tínhamos dinheiro no banco, mas não sabíamos disso. Eu não havia lançado o depósito do meu pagamento do mês anterior no canhoto do talão de cheques. Assim, pensávamos que estávamos pobres – e vivemos dessa maneira – embora tivéssemos dinheiro no banco.

Algo assim já aconteceu com você? Você já descobriu ter recursos que não estava usando, pelo menos não completamente como poderia? Não falo apenas no que se refere a dinheiro, mas também a dons e habilidades exclusivos que você permitiu diminuírem por usá-los raramente, e até relacionamentos que poderiam ser-lhe úteis para ajudá-lo a resolver problemas ou tomar decisões profissionais, mas que você deixou de aproveitar.

Descobri que essa verdade também se aplica no sentido espiritual. Geralmente tentamos fazer mudanças difíceis em nossa vida, mudar comportamentos ou padrões de pensamento, mas ao invés de nos voltarmos para as fontes espirituais que estão disponíveis a nós, escolhemos confiar em nossa força e boas intenções, quase sempre fracassando.

O Dr. Henry Blackaby, orador e escritor muito respeitado, fala de recursos espirituais que estão disponíveis e deveríamos aprender a usá-los. Para provar seu argumento, ele cita uma afirmação da Bíblia feita pelo apóstolo Pedro, um seguidor de Jesus Cristo: “Visto como o Seu (de Jesus) divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento Daquele que nos chamou por Sua glória e virtude”. Ele faz as seguintes observações:

“Como cristão, você tem tudo o que precisa para viver uma vida de santidade e abundância. Sua inteligência, educação ou origens não determinam a santidade de sua vida. Tudo o que você precisa para ter vitória, alegria e vida abundante é encontrado no Espírito Santo que habita em você. De acordo com Pedro, todo cristão, pela fé tem acesso a essas qualidades: bondade, conhecimento de Deus, domínio próprio, perseverança, graça, gentileza fraterna e amor.

"Não teria nenhum benefício herdar uma fortuna e não saber que ela lhe pertence. De igual modo, não é benéfico herdar tudo o que é necessário para ser como Cristo se você não reivindica isso. Se deixarmos de ter domínio próprio quando Deus já o tornou disponível, roubamos a nós mesmos e aos que estão ao nosso redor. Se Deus está disposto a inserir a bondade fraternal em nosso comportamento, mas não exibimos isso, as pessoas à nossa volta sofrem desnecessariamente.

"A chave para tudo quanto Deus disponibilizou é nossa fé. Precisamos crer que Deus quer edificar essas qualidades em nossa vida. Nos Evangelhos, Jesus Se relacionava com as pessoas de acordo com a fé que elas tinham. Ele recompensou a fé genuína garantindo salvação e cura. Ele não recompensou os que não tinham fé.

"Reveja as qualidades que Pedro disse que Deus queria instilar em você. Se você carece de alguma delas, peça a Deus para trabalhar em seu caráter, a fim de que você se pareça cada vez mais com Cristo”.

Creio que este é um bom conselho, quer nos encontremos fazendo parte da diretoria de uma corporação, trabalhando num cubículo, fazendo apresentação de vendas, formulando um orçamento anual ou lidando com questões domésticas e familiares.

Por Ken Korkow

segunda-feira, 5 de março de 2012

IDEIAS BRILHANTES

Anos atrás as caixas de sugestões eram ferramentas comuns nas empresas para receber sugestões, queixas e ideias de clientes e de empregados. A tecnologia atual, porém, tornou obsoletas as tais caixas de sugestões, que vêm sendo substituídas por sistemas "online" de gestão de ideias.

Esses novos sistemas, além de receber ideias, oferecem aos empregados a oportunidade de comentar e votar em outras sugestões e perceber o quanto seus empregadores se preocupam com eles e estão dispostos a ouvir o que têm a dizer. Muitas vezes eles apresentam uma perspectiva nova, até mesmo ideias brilhantes que podem não ter sido consideradas pela alta administração.

Por exemplo, a Pricewaterhouse Coopers, empresa global de serviços profissionais sediada em Londres, lançou um website de gerenciamento de ideias que gerou 3.300 novas ideias. Embora menos de 200 dessas ideias tenham sido implementadas até o momento, as que foram colocadas em prática economizaram centenas de milhares de dólares para a empresa.

O fato é que os empregados geralmente conhecem melhor os produtos e processos da empresa do que os consultores externos, embora a maioria das organizações jamais tenha cogitado solicitar ideias do seu quadro de pessoal. No passado os “círculos de qualidade” e outras estratégias, capacitavam as empresas a relacionar ideias e percepções dos que trabalhavam em suas “trincheiras”, que lidavam diretamente com maquinários, sistemas e práticas estabelecidas que estavam sob avaliação. Quem melhor para oferecer ideias úteis do que as pessoas que realmente realizam o trabalho do dia a dia?

Na Bíblia encontramos inúmeras afirmações sobre o valor e a importância de se buscar conselhos sábios. Provérbios 12.15 ensina: “O caminho do insensato parece-lhe justo, mas o sábio ouve os conselhos”. Se estivermos dispostos a receber e considerar cuidadosamente as opiniões oferecidas, mesmo daqueles em níveis inferiores do quadro funcional, demonstraremos sabedoria.

Outro versículo firma a questão de forma ainda mais vigorosa: “Sem diretrizes a nação cai; o que a salva é ter muitos conselheiros” (Provérbios 11.14). Este princípio é tão relevante para uma companhia quanto para uma nação. E para assegurar que não esqueçamos esta recomendação, Provérbios 15.22 afirma isso de maneira ligeiramente diferente: “Os planos fracassam por falta de conselho, mas são bem-sucedidos quando há muitos conselheiros”.

Em muitas organizações as sugestões de um consultor externo são mais valorizadas do que as ideias dos membros de sua equipe. Não quero minimizar as potenciais contribuições de um consultor, porque como “estranho” ele tem a vantagem de considerar as situações com imparcialidade e de uma perspectiva objetiva.

Mas recomendo enfaticamente que se aproveite a sabedoria coletiva do quadro funcional da empresa. Se for feito de forma acessível e se abrir a oportunidade para cada colaborador apresentar suas “ideias brilhantes”, muito dinheiro será economizado e importantes mudanças e melhorias ocorrerão tanto na produtividade como na lucratividade da empresa. Experimente.

Por Rick Boxx