terça-feira, 30 de novembro de 2010

TEMPO!!!

Eu me ajoelhei para orar,
mas não por muito tempo,
Pois tenho muito a fazer.
Eu tive de apressar e ir trabalhar
Pois contas em breve precisam ser pagas.
Assim, me ajoelhei e orei apressadamente.
e me levantei depressa de meus joelhos.
Minha obrigação Cristã foi feita.
Minha alma pode descançar em paz...
Por todo o dia eu não tive tempo
De espalhar uma palavra de alegria
Sem tempo de falar de Cristo aos amigos,
Eles ririam de mim, eu receio.
Sem tempo, sem tempo, muita coisa a fazer,
era minha constante reclamação
Sem tempo para dar às almas necessitadas
Mas por último o tempo, o tempo de morrer,
eu fui perante Nosso Senhor,
eu entrei e fiquei de olhos baixos.
Pois em Suas Mãos , Deus tinha um livro,
O Livro da Vida!
Deus olhou em Seu Livro e disse:
'' Seu nome não consigo encontrar,
Uma vez Eu ia escrever seu nome...
Mas nunca encontrei tempo''!!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

12º ANIVERSÁRIO DA IGREJA NAZARENO MEMORIAL

Nossa igreja está comemorando seu 12º aniversário. Um grande privilégio para nós fazer parte desta história de sucesso. Deus abençoe a sua igreja.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

CONGRESSO DE CASAIS - Igreja Nazarena Memorial

Estaremos no Congresso dos dias 19 a 22. Que seja um tempo de benção para todos os casais.

terça-feira, 16 de novembro de 2010


CELEBRANDO UMA HISTÓRIA!!!

Este final de semana celebramos uma grande história. Comemorando os 40 anos de casamento de um casal nota 10. Odair&Sandra.
Para todos nós é uma honra participar desta história, e na qualidade de "filho", me sinto honrado em partcipar por tudo o que esta família e em especial este casal foram e continuam sendo na minha vida nestes 3 anos de Brasil.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

CRENTES ÍNTEGROS, IGREJA REVOLUCIONÁRIA

“Para que não tenham nenhuma falha ou mancha. Sejam filhos de Deus, vivendo sem nenhuma culpa no meio de pessoas más, mas que não querem saber de Deus. No meio delas vocês devem brilhar como as estrelas do céu” (Fp 2:15)

A igreja é muito mais do que uma instituição. A igreja não é uma organização. A igreja é um organismo porque ela é o Corpo de Cristo. A igreja atua em nome de Cristo – como Suas pernas, Seus olhos, Suas mãos.

A igreja representa o Cristo vivo. É a sua presença visível e palpável. É por meio dela – dos homens e mulheres que a compõem submetidos ao poder do Espírito Santo – que Deus opera Sua ação de misericórdia e salvação.

No dia em que os crentes entenderem as responsabilidades que têm como membros do Corpo de Cristo, o impacto das comunidades cristãs espalhadas pelo mundo será notório. Todo o poder de Deus está disponível para ser liberado quando os cristãos entrarem em ação.

Mas isto exige uma qualidade pessoal de vida, uma inteireza de caráter e uma integridade como cristão.
É preciso compreender que todas as vezes que um cristão é uma benção na sociedade, Cristo é exaltado. Por outro lado, cada vez que um cristão erra, Cristo é envergonhado e zombado.

Assim, as nossas ações, por si, não têm o poder transformador que imaginamos – pois o que fazemos pode anular o que fazemos, pelo poder de um mau testemunho.

O testemunho dos crentes deve ser vibrante mas, sobretudo, coerente. O Novo Testamento enfatiza o papel revolucionário, contracultural que o povo de Deus exerce na sociedade.

Isso significa que devemos ser sal e luz. Devemos ser farol de Deus em meio a densas trevas. Convido você, no dia de hoje, a examinar-se à luz desta meditação.

Como tem sido o seu procedimento nos últimos tempos?
Tem honrado o Corpo, especialmente o Cabeça do Corpo?
O seu testemunho tem sido revolucionário ou destrutivo?

“Seja farol em meio a densas trevas”.

Pr. Aguiar Valvassoura

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

RETROCEDER...? Jamais!!!

“O meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma. Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma.”
(Hb 10.38,39)


Irmãos, nós não somos gente que volta atrás e se perde. Pelo contrário, temos fé e somos salvos. A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver.

O meu coração transborda de alegria quando “ouço” o Espírito de Deus falar através da Bíblia Sagrada, palavras tão poderosas que enche o meu ser de fé e esperança para prosseguir na busca contínua por uma vida de comunhão profunda com o Eterno. É meu prazer procurar servi-Lo da melhor forma possível, em santidade; ciente que fui separado para ser diferente e não compartilhar dos mesmos princípios, alegrias, objetivos e idéias comuns aos demais homens.

É preciso que tenhamos em mente a certeza que somos do Senhor e jamais retroceder em nossa fé, seja qual for o motivo e ou razão. As dificuldades (financeiras, pessoais, sociais, etc.) são comuns àqueles que atravessam os desertos desta vida, no entanto, são totalmente superáveis. Os exemplos de vitórias estão na Bíblia; todos aqueles servos foram “testados” ao extremo, porém, preferiram abrir mão da própria vida a negarem o Senhor, que os levantou e os encheu com o Espírito Santo. É possível ainda, encontramos dentro das igrejas, homens e mulheres que alicerçados na Rocha Verdadeira, são fortalezas inabaláveis; muitos destes, são “irmãozinhos” que não estão em destaque, passam praticamente desapercebidos, no entanto, são vidas cheias do poder de Deus e que O conhecem profundamente e desenvolvem uma vida de comunhão intima; ao conversarmos com eles, somos edificados e alimentados.

Mas, muitos retrocedem!

As dificuldades do deserto, o calor, a sede, saudades das “panelas de carne” são motivos que levam muitos a desistirem da caminhada em direção à Canaã; o coração está cheio das lembranças do Egito que os levam a retroceder. Negam o Senhor Deus e o seu amor dedicado à suas vidas.

Retrocedem, quando depositam seus corações na busca desenfreada pelo dinheiro, e bem-estar pessoal.
Retrocedem, ao desejarem viver as práticas comuns aos ímpios.

Retrocedem, quando se deixam levar por relacionamentos “impuros”, pela sexualidade louca desta terra e prazeres decorrente de tais práticas.

Retrocedem, quando nestes dias de campanha política, se envolvem profundamente agindo segundo os homens desta terra, enchendo o coração de ilusões e proferindo palavras que destoam dos ensinamentos do Eterno Senhor.

Retrocedem, quando permitem que a incredulidade entre na vida e construa seus alicerces.

Retrocedem, quando os frutos comuns aos homens que não conhecem a Deus, são manifestos no agir.

Retrocedem, quando a vida torna-se morna, fria, apática. Coração fechado para o Senhor.

Retrocedem, quando as portas são abertas e os problemas desta vida, tomam o primeiro lugar no coração.

Retrocedem, quando a oração foi abandonada, a Palavra deixa de ser sinônimo de alimento e viver em santidade uma condição facultativa.

Retrocedem, quando da boca jorram águas amargas.

Irmãos amados é tempo de mostrarmos a força que o Espírito de Deus nos concede, marchando com firmeza em direção à pátria celeste. “...Somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma.” Assim, seremos vencedores e pisaremos sobre a cabeça de nosso inimigo.

Sejam abençoados.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

SEMINÁRIO SANTIDADE, LOUVOR E ADORAÇÃO

Entrada Franca. Aberto Para Todos

sábado, 30 de outubro de 2010

MISSÕES, DESAFIO DE NOSSO TEMPO!

Quando se pára a fim de pensar se é possível para a igreja alcançar as quatro áreas geográficas de Atos 1.8: “Jerusalém, Judéia, Samária e até os confins da terra”, deve-se permitir-se ser orientado nos três desafios missionários de nosso tempo. E eu percebo que “missões transculturais” tem a ver com o desafio da igreja de alcançar todos os povos da terra com a mensagem do evangelho.

Um conceito missiológico importante que retiro de uma palestra de Samuel Escobar é: “Evangelização é, então, a chamada a esses que estão fora para que entrem como filhos do Pai na abundância da vida eterna em Cristo pelo Espírito, e na alegria de uma comunidade amorosa, na comunhão da igreja”.

Deus tem os seus filhos que, no tempo aprazado se achegarão ao Filho conduzidos pelo Espírito (João 6.37, Romanos 8.14) e consiste em necessidade por parte da igreja de uma abordagem que vença sim, os obstáculos culturais, lingüísticos, geográfico e de pensamentos diversos para consumação da obra do Senhor Jesus em nosso tempo.

(a) Temos de orar.

A oração é a chave para resolvermos o grande “problema missionário” que é justamente a distância que existe entre a igreja que envia, e pensa que por conta disso já tem a sua consciência aliviada e abandona o missionário no campo com suas crises humanas, desconsiderando por completo que o mesmo é gente, e vez por outra, enfraquecida pelos desafios do seu hercúleo trabalho!

Pela oração o crente da igreja local faz missões! Ele não apenas se embebeda de informações e pelos números eloqüentes do trabalho além das suas fronteiras, mas ele participa, “veste a camisa”, sua o suor do missionário!

(b) Temos de contribuir.

Não gosto muito das atuais pesquisas expedidas por entidades denominacionais, inclusive a minha, que fala em termos de 1 real por crente brasileiro para missões! Não considero que seja justo fazer tal maquiagem numérica, isso porque não contempla com reconhecimento daqueles que se sacrificam a ponto de passarem os meses de campanha missionária tendo de sobreviver com parcos recursos para dedicar 30%, 50% e até 90% dos seus ordenados, tudo pela causa missionária!

A matemática fria enfraquece o coração, porque não leva em conta o fato de que, se há crentes medíocres que não colaboram em nada para a obra missionária, também podemos verificar nas mais diversas denominações evangélicas de nosso pais homens e mulheres que se doam para missões transculturais com a alma cheia de contentamento e gozo espirituais!

(c) Temos de ir.

Edison Queiroz denuncia: “Hoje em dia verificamos uma falta de compromisso no meio do povo evangélico. O povo quer somente receber. Poucos estão dispostos a dar, servir e trabalhar para o reino de Deus”. Li essa semana um artigo muito interessante de Robinson Cavalcanti em que ele suspira de saudades pelo tempo em que ser evangélico em nosso pais não era status, e sim martírio. Há jovens em nossas igrejas dispostos a ir para os campos, mas não se inclinam para a obediência porque estão ainda contaminados pelo espírito do deus desse século, Mamom (divindade das riquezas materiais).

Sei que muitos dos nossos futuros missionários vão ficar em nossas cidades mesmo. É conveniente afirmarmos que esta certo a observação logo no inicio do texto sobre “missões transculturais” em nossa apostila. E, concordo que isso não é desperdício e sim propósito divino. Agora não me sossega o coração saber que, muitos não estão indo, porque falta na igreja uma visão de entrega e de priorização das coisas genuinamente espirituais. Ora, numa igreja em que um tijolo vale mais do que um missionário, está decretada a falência da visão espiritual desse rebanho, e no lugar de Cristo já está entronizado um falso deus, e o consumismo terá ganhado a batalha contra o cristianismo!