segunda-feira, 30 de julho de 2012

EM FÉRIAS

Cabo Verde (África) Um dos lugares mais abençoados do Mundo.
Garanto...

segunda-feira, 16 de julho de 2012

QUINTA-FEIRA na terra de Morabeza.
Cabo Verde um lugar abençoado por Deus no coração da África.
Chegando a hora...

INFLUENCIA DO MENTOR


Quando estava na faculdade, nos anos sessenta, chamou minha atenção um anúncio recorrente na contracapa das revistas sobre fotografia que eu lia. Falava sobre um lugar que tinha capacidade de ampliar a velocidade do filme ektachrome para 1600, algo desconhecido para a época. 
O endereço era intrigante: uma casa em Prairie Village, Kansas. Eu imaginava uma casinha na pradaria, igual à de uma série da TV da época. O nome do laboratório fotográfico era, “Elgin Smith’s Studio 35”. Mais tarde aprendi que Elgin Smith era conhecido mundialmente como “aquele camarada do Kansas que sabia tudo sobre ektachrome”.  
Quando me mudei para Kansas City em 1971, procurei o Sr. Smith na vizinha Prairie Village. Em breve nos tornamos bons amigos e quando abri o meu próprio laboratório em 1973, Elgin Smith tornou-se meu mentor. Ele e a esposa Dorothy, enviaram vários trabalhos, dando ao meu negócio um grande pontapé inicial.
Sempre que mencionava o nome de “Elgin Smith” a alguém do ramo fotográfico, recebia a mesma resposta: “Que grande pessoa!”, ou, “Elgin é a pessoa mais legal que se pode conhecer”.
Ele tinha outra característica importante: busca incansável por excelência. Tudo quanto fez foi da mais alta qualidade.
Elgin Smith não aceitava nada menos que isso.
Ao longo dos anos percebi que aquelas eram qualidades que também me esforçava para alcançar. Sempre fico satisfeito quando alguém me descreve como um “cara legal”. Gosto de pessoas e busco ser alguém de quem se goste. Mas também busco excelência em tudo que faço: na fotografia, na música, escrevendo e nos meus relacionamentos. 
É muito significativo para mim saber que essas qualidades recebem bastante atenção na Bíblia. Entre os valores básicos do cristianismo estão: “Amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade e domínio próprio” (Gálatas 5.22-23).
Gosto da passagem que diz: “Por isso mesmo, empenhem-se por acrescentar à sua fé a virtude; à virtude o conhecimento; ao conhecimento o domínio próprio; ao domínio próprio a perseverança; à perseverança a piedade; à piedade a fraternidade; e à fraternidade o amor” (2Pedro 1.5-7). 
A Bíblia ressalta também a importância de trabalhar com excelência: “Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens” (Colossenses 3.23). Para mim isso significa fazer tudo com o melhor de nossa habilidade, como se Deus estivesse olhando por cima de nossos ombros, avaliando nosso esforço e qualidade do nosso trabalho. 
Meu mentor Elgin Smith faleceu, mas sua influência em minha vida permanece, especialmente seus exemplos de procurar ser uma pessoa boa e amigável e realizar tudo com excelência. Até hoje frequentemente penso: “O que Elgin Smith faria?”
Por Jim Mathis

terça-feira, 10 de julho de 2012

ONDE INVESTIR


Quem está envolvido ativamente com investimentos, compreende a importância de dividendos. Quando investimos em ações, ou em fundos de investimentos, queremos receber a maior quantia de dividendos e o mais rápido possível.Também buscamos outros tipos de dividendos. Esforçamo-nos por construir relacionamentos benéficos com clientes, colegas e fornecedores e, às vezes, até mesmo competidores, esperando que essas ligações venham pagar “dividendos” que melhorem a produtividade e o sucesso da empresa. 
Investimos longas horas no trabalho, dedicadas a provar nosso valor como empregados, líderes e membros da equipe corporativa. Nossa esperança é que esse esforço e dedicação paguem dividendos em termos de carreira, aumento de responsabilidade e autoridade, e compensações financeiras. Há outros, ainda, como dedicação ao preparo físico através de alimentação saudável e firme programa de exercícios, que podem resultar em grandes dividendos em termos de bem-estar pessoal, não apenas fisicamente, mas emocional, mental e socialmente.  
Todos esses tipos de dividendos são, em sua maior parte, voltados para nós mesmos. Queremos obter retorno satisfatório para nossos investimentos, quer envolvam dinheiro, tempo, energia ou talento. Mas será que podemos colher dividendos em objetivos cujo foco está em dar e não em receber?Sim, podemos! Por isso Jesus ensinou:“É mais feliz quem dá do que quem recebe” (Atos 20.35). Vejamo algumas maneiras práticas que podem resultar em grandes dividendos: 
Palavras de encorajamento. Cercados por negativismos, palavras positivas, bem escolhidas, são capazes de levantar nosso espírito – um elogio, palavras de reconhecimento e apreço pelo trabalho bem feito, a afirmação de que momentos de dificuldades não durarão para sempre.“Saber dar uma resposta é uma alegria; como é boa a palavra certa na hora certa!” (Provérbios 15.23). “As palavras bondosas são como o mel: doces para o paladar e boas para a saúde” (Provérbios 16.24).
Dádiva da compaixão. Quando alguém enfrenta adversidade ou sofrimento, uma palavra de cuidado, reconfortante, pode proporcionar força e esperança. “...Para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações” (2Coríntios 1.3). 
Disponibilidade como mentor. Aqueles entre nós que já percorreram grande parte da estrada da vida têm sabedoria, experiência e discernimento a oferecer através de relacionamentos de mentoria, ajudando outros por meio daquilo que a vida nos ensinou. “Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro” (Provérbios 27.17). 
Mão de auxilio. Um trabalho aparentemente impossível para uma pessoa, se torna mais fácil quando outras se comprometem com o mesmo objetivo e se auxiliam mutuamente em sua realização. “É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas... Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade” (Eclesiastes 4.9-12). 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

CONHECENDO SUA EQUIPE


Pesquisa feita por uma rede de executivos descobriu que muitos CEO’s não conhecem seu pessoal tão bem quanto pensam. Quase 10% dos executivos pesquisados responderam que o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal era importante para eles, mas poucos desses CEO’s acreditavam que isso tinha importância para seus liderados.
Entretanto, quando pesquisados, muitos desses liderados revelaram que seu interesse em equilibrar trabalho e vida pessoal era duas vezes maior do que esperavam seus CEO’s. A disparidade dessa pesquisa aponta que esses líderes precisam ter melhor compreensão das necessidades e desejos dos que trabalham para eles. 
Jesus falou sobre a importância dos líderes terem relacionamento forte e crescente com seus liderados. Fazendo comparação com o que ocorre na agropecuária, Ele afirmou em João 10.14: “Eu sou o bom pastor... Conheço as Minhas ovelhas, e elas Me conhecem”. 
Por Sua observação pessoal, Jesus compreendeu quão inconstante e desamparado um liderado pode ficar, sem o cuidado vigilante de seu líder. Ele conhecia bem Seu rebanho e sabia que as ovelhas também precisavam conhecê-lo. Aplicando este princípio ao ambiente de trabalho é igualmente importante dedicarmos tempo e energia necessários para conhecer os homens e mulheres sob nossa gestão – e que eles também nos conheçam melhor. 
Sei de inúmeras ocasiões em que CEO’s e altos executivos dedicaram alguns minutos todos os dias para passar pelos postos de trabalho dos empregados, a fim de conhecê-los e perguntar sobre suas famílias, buscando saber como se sentiam pessoal e profissionalmente. 
Outra passagem da Bíblia fornece analogia sobre o cuidado com o rebanho, que fornece mais um bom motivo para sermos diligentes e buscarmos compreender bem as pessoas que trabalham para nossas organizações: 
“Esforce-se para saber bem como suas ovelhas estão, dê cuidadosa atenção aos seus rebanhos, pois as riquezas não duram para sempre, e nada garante que a coroa passe de uma geração a outra. Quando o feno for retirado, surgirem novos brotos e o capim das colinas for colhido, os cordeiros lhe fornecerão roupa, e os bodes lhe renderão o preço de um campo. Haverá fartura de leite de cabra para alimentar você e sua família, e para sustentar as suas servas” (Provérbios 27.23-27). 
Conhecer a “condição das ovelhas”, aqueles que estão sob nossa liderança, ajudará a assegurar que sejam tão produtivas quanto possível, desempenhem bem as funções que lhes são atribuídas e permaneçam satisfeitas em seus empregos. 
Se você ocupa cargo de liderança, seja sábio em separar tempo necessário para conhecer e compreender sua equipe. Faça perguntas. Ouça. Ofereça-lhes oportunidade de conhecer você melhor.  Quando pressionado por prazos e detalhes, isso pode parecer inconveniente ou incômodo, mas os dividendos obtidos com seu investimento pessoal de tempo e cuidado serão substanciais.   
Por Rick Boxx  

sexta-feira, 29 de junho de 2012

UM POUCO DE HUMOR... Pérolas de Boletins Informativos nas Igrejas....

As frases a seguir foram retiradas de boletins dominicais das nossas Igrejas. Por razões óbvias, as mesmas não são citadas. Vamos nos deleitar, então, na leitura:

1) "No estudo desta noite nosso pastor trará a mensagem intitulada: 'o que é o inferno' venha cedo e assista o ensaio do coral."

2) "Teremos sorvetada na igreja próximo sábado; as irmãs que forem doar leite, cheguem mais cedo."

3) "Para aquelas irmãs que têm filhos e não sabem o berçário fica no segundo andar".

4) "Após a feijoada do próximo sábado teremos um período de meditação."

5) "Os adolescentes apresentarão no dia 1º uma peça de Shakespeare. Venha assistir esta tragédia."

6) "A irmã Laura agradece a todos os muitos irmãos que contribuíram para que finalmente ela engravidasse. Foi muito difícil, foi uma luta. Sem suas orações..."

7) "A irmã Zilda estará distribuindo Bíblias na favela na próxima terça. O diabo que se cuide."

8) "Precisamos orar intensamente pelo problema de saúde da irmã Cândida. Não
tem Cristo que resolva."

9) "Os irmãos e irmãs que não sabem ler devem devolver os boletins da igreja no final do culto, assim que já tiverem usado."

10) "O novo zelador é o irmão Manuel. Não é casado, mas faz tudo que os outros mandam."

11) "O pastor viajou para o enterro da mãe do irmão Paulo. No culto cantaremos Ouve-se o Júbilo de Todos os Povos."

12) "O diácono irmão Zaqueu convida os homens da igreja para no próximo sábado podarem as árvores."

13) "A todos os irmãos que doaram alimentos à família da irmã Lurdes a igreja agradece, ela morreu em paz."

14) "Convidamos a todos para possessão do nosso novo pastor no dia 25. Traga convidados para assistirem."

E alguns erros, puramente de digitação, para consolar alguns:
1) "E Jesus montado na sua jamanta entra em Jerusalém...."

2) "... ao subir Jesus no pinículo para pregar...."

3) "... e aquele pobre homem deixa cair suas mulatas confiante que sairá andando ... "

4) "... e os irmãos que participarão da reunião de senhoras..."

5) "... a igreja local dever ser como um corpo, com as partes assustadas para funcionar ..."

segunda-feira, 25 de junho de 2012

CONHECENDO AS PESSOAS DE VERDADE


Para sermos bem-sucedidos no mundo dos negócios precisamos conhecer pessoas. Costumamos dizer: “Conheço meus clientes”; “Conheço meus empregados”; “Conheço minha equipe”. Mas será que realmente os conhecemos? No trabalho lidamos com muitas pessoas. Trocamos mensagens de texto e emails ao longo do dia. Podemos ter informações sobre elas, conhecer seu histórico profissional, habilidades, como se vestem, o carro que têm, interesses pessoais. Mas será que isso significa que realmente as conhecemos?
Nosso mundo estimula conhecimentos superficiais. A comunicação é feita por mensagens gravadas, SMS's, emails trocados como bolas de pingue-pongue e ocasionais cumprimentos. Mesmo quando trabalhamos juntos, conhecemos os outros apenas por seus papéis no projeto. Avanços tecnológicos aceleraram a produtividade e a eficiência. Mas esse ambiente altamente tecnológico, e de pouco contato, tem cobrado seu preço no relacionamento e interação no mercado. Não podemos conhecer todos intimamente e não precisamos disso. Mas um esforço consciente e intencional pode nos recompensar com relacionamentos profundos e significativos, que podem melhorar a experiência profissional e pessoal.
Geralmente o ingrediente para um relacionamento forte é a adversidade. Qualquer um pode ser “amigo” quando tudo vai bem. Mas estressantes tempos difíceis de contrariedades e lutas tendem a revelar quem é verdadeiramente como é – bom ou ruim. Dar suporte um ao outro em tempos difíceis aprofunda e fortalece laços pessoais. Eclesiastes 4.12 afirma:
“Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade”.
Acontece o mesmo no campo espiritual. Podemos reivindicar que conhecemos Deus. Mas se conhecê-lo está restrito a crer que Ele responde nossas orações como queremos, não é isto que significa realmente conhecer a Deus. Um amigo sempre diz: “Deus é bom o tempo todo”. Isto inclui os momentos em que as coisas não correm como queremos. Vejamos alguns pensamentos da Bíblia a respeito de conhecer Deus: 
Conhecer sobre Deus. Observação superficial do mundo ao nosso redor fornece abundante informação sobre Deus. Portanto, é fácil conhecer “sobre” Deus. “Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, Seu eterno poder e Sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis” (Romanos 1.20).
Comprometidos em conhecer Deus. Podemos observar muito a respeito de Deus, mas conhecê-lo verdadeiramente demanda decisão e comprometimento. O apóstolo Paulo definiu isso como "o propósito de sua vida": “(Porque o meu propósito determinado é) que eu possa conhecê-lo – que eu possa progressivamente conhecer a Ele mais profunda e intimamente, percebendo e reconhecendo e compreendendo (as maravilhas de Sua Pessoa) mais fortemente e mais claramente” (Filipenses 3.10 – Bíblia Amplificada). 
Conhecer e confiar em Deus. Conhecer Deus é confiar que Ele sabe melhor do que nós o que necessitamos e o que é mais benéfico para nós.“Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês, diz o Senhor, planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro” (Jeremias 29.11).
Por Robert J. Tamasy

segunda-feira, 18 de junho de 2012

MELHORES COISAS AINDA ESTÃO POR VIR


“Se eu quiser manter a cabeça fora d’água, preciso ouvir tudo o que o professor tem a dizer” - foi o meu pensamento enquanto me esforçava durante a aula de engenharia na Academia Naval décadas atrás. Não me lembro que aula era, mas me lembro de passar por um momento difícil. E olhando para a esquerda, notei que meu amigo Paul não se esforçava de modo algum. Lá estava ele sentado, escrevendo música! Foi quando percebi que ele operava num plano de desempenho diferente de nós. 
Paul Robert Kleindorfer, carinhosamente conhecido pelos colegas por “Moose”, é um dos homens mais brilhantes que já conheci. Ao chegar à Academia ele distinguiu-se não apenas em assuntos acadêmicos, mas também nos esportes, no coral e na banda. Apesar disso, ele é lembrado mais por sua boa índole e seu grande senso de humor.
Depois da formatura, Moose assumiu um posto de comando no Exército. Minha esposa e eu gostávamos de visitá-lo em Pensacola, onde eu passava pelo treinamento naval aéreo e ele pelo treinamento das forças especiais da Força Aérea. Foi a última vez que o vi por muitos anos.
Hoje, Moose, ou mais apropriadamente, Dr. Kleindorfer, é destacado professor de pesquisa em tecnologia e gerenciamento de operações na INSEAD, Escola de Negócios. É também professor emérito de ciência da administração da Escola de Negócios Wharton, e ainda detém cargos na Carnegie Mellon University, no Instituto de Tecnologia de Massachusets e outras universidades e institutos de pesquisa internacionais. Publicou mais de 25 livros e inúmeros trabalhos de pesquisa. 
A última vez que o vi foi durante a 50ª reunião de nossa turma na Academia, quando ele me disse que tinha o mal de Lou Gehrig (esclerose lateral amiotrófica), doença das células nervosas do cérebro e medula espinhal, que controlam os movimentos voluntários. 
Como ele e a esposa vivem em Paris, não é fácil manter-me informado sobre seu estado de saúde. Mas, recentemente, ele nos atualizou a respeito de sua condição via email. A terrível doença tem cobrado um preço terrível, a ponto dele depender de outras pessoas para suas necessidades básicas. Ele concluiu dizendo: “Coisas melhores ainda estão por vir”.
Não sei se algum dia já fiquei mais profundamente comovido ou inspirado, do que por essas palavras de esperança escritas por meu amigo Moose. Somente quem conhece Deus pode falar de seu futuro com tanta certeza. 
A Bíblia afirma: “E este é o testemunho: Deus nos deu a vida eterna, e essa vida está em Seu Filho. Quem tem o Filho, tem a vida; quem não tem o Filho de Deus, não tem a vida” (I João 5.11-12). O que esta passagem me diz é que no plano eterno de Deus existem apenas dois tipos de pessoas; e no final o que importa não são nossas realizações, mas sim nosso relacionamento com Cristo.  
Se você estivesse no lugar de Paul, poderia dizer que “coisas melhores ainda estão por vir”? 
Por Fritz Klumpp

domingo, 10 de junho de 2012

VITOR BELFORT PREPARA PRIMEIRO LIVRO COM LANÇAMENTO MARCADO PARA JUNHO



O lutador do UFC e treinador do “The Ultimate Fighter Brasil – Em Busca de Campeões” vai  compartilhar experiências de vida e mostrar como se tornou vitorioso dentro e fora do octógono.  Vitor Belfort, uma das lendas do MMA (Mixed Martial Arts) e um dos treinadores do programa 

The Ultimate Fighter Brasil - Em Busca de Campeões, exibido na TV Globo, vai encarar um  novo desafio, este bem diferente das arenas onde costuma empolgar multidões.

Vitor deixará de lado as luvas para colocar nas páginas de seu primeiro livro as lições de vida que aprendeu dentro e fora do octógono. Vitor falará de experiências marcantes, caso da conquista do título de campeão do UFC em  2004, mesmo ano em que recebeu a notícia devastadora sobre o sequestro de sua irmã no Brasil, que nunca foi encontrada. A conversão à fé cristã e o casamento com a ex-modelo e apresentadora Joana Belfort, com quem teve três filhos (Davi, Vitória e Kyara), também serão temas de suas reflexões. 


Apesar de a obra ser baseada na vida do atleta, o livro não será uma biografia. Vitor dará ao 
texto um caráter motivacional, com o objetivo de ajudar os leitores a entender que, se a vida é 
repleta de lutas, é sempre possível encontrar o caminho para a vitória, e que esse trajeto passa 
por valores muito mais elevados que o cinturão dourado. 


Os leitores vão conhecer ainda os princípios que norteiam o empreendedor Vitor Belfort, as 
estratégias que desenvolveu nas lutas da vida e como se tornou um exemplo de vitória no 
octógono e nos negócios. O livro tem lançamento previsto para junho.